Transferências

Crystal Palace limita gastos após entrada na Liga Europa

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O Crystal Palace atravessa um verão de mudanças e enfrenta restrições financeiras da Uefa por disputar a Liga Europa. O clube vendeu Maxence Lacroix ao Chelsea por £52 milhões (cerca de R$ 390 milhões), mas ainda não contratou nenhum jogador por uma taxa de transferência nesta janela.

Oliver Glasner deixou o cargo após o fim de seu contrato, e Pierre Sage chegou do Lens para comandar a equipe. O Palace também gastou mais de £70 milhões (cerca de R$ 525 milhões) nas contratações de Jørgen Strand Larsen e Brennan Johnson, segundo o material.

As regras de custo de elenco da Uefa limitam a 70% da receita relevante do futebol os gastos com salários da comissão técnica e do time principal, taxas de transferência e pagamentos a agentes. Considerando uma receita de £200 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão), o texto calcula um limite total de £140 milhões (cerca de R$ 1,05 bilhão) para essas despesas.

O plano citado é contratar dois zagueiros, além de um meio-campista central e um jogador de lado direito. Takehiro Tomiyasu é apontado como possível reforço sem custo de transferência, enquanto o Palace espera contratar o americano Zavier Gozo, do Real Salt Lake, por £11 milhões (cerca de R$ 82,5 milhões).

Guia rápido

  • Crystal Palace — Clube inglês que disputa a Premier League e, nesta temporada, também participa da Liga Europa.
  • Liga Europa — Competição continental de clubes organizada pela Uefa.
  • Regra de custo de elenco — Norma da Uefa que limita a 70% da receita relevante os gastos considerados com elenco, comissão técnica, transferências e agentes.
  • Transferência sem custo — Movimentação em que o clube não paga uma taxa ao time anterior pelo jogador.

Ainda não está definido se a chegada de Takehiro Tomiyasu será considerada o segundo reforço defensivo planejado pelo Palace.

Fonte: inews.co.uk