Bastidores

Rashford retorna; United investe em Santos para era pós-Casemiro

The New York Times

Com Marcus Rashford de volta após empréstimo no Barcelona e Michael Carrick como técnico, Manchester United contratou o brasileiro Andrey Santos (£50 milhões, cerca de R$ 375 milhões) como peça central da reformulação pós-Casemiro.

Santos, 22, chega de Chelsea para atuar no meio-campo defensivo. A diferença com relação ao antecessor Casemiro é que não é um marcador de confronto direto: traz leitura tática refinada e passes progressivos que abrem o jogo. Youri Tielemans reforça a criatividade no meio-campo. Juntos, liberam Kobbie Mainoo, 21, para atuar mais ofensivamente em uma temporada que pode atingir 60 jogos entre Premier League, Copas e Champions League.

Rashford volta enquanto Carrick remodela a tática. O United abandonou a compactação defensiva em favor de um 4-2-4 mais agressivo que bloqueia passes pelo meio. Em posse, constrói sequências longas de passes em triângulos fluidos — um afastamento da estratégia de contra-ataque de 2025-26.

Ainda paira a questão da profundidade: o United permanece no mercado por um lateral-esquerdo e mais um meia, com possíveis buscas por atacante e zagueiro conforme saídas aconteçam. Fãs temem a falta de reforços para emergências — a saúde dos titulares será crucial para um bom desempenho.

Guia rápido

  • Andrey Santos — Meia brasileiro de 22 anos contratado de Chelsea; traz leitura tática refinada e passes progressivos.
  • Michael Carrick — Técnico do Manchester United; vem reformulando o sistema ofensivo com ênfase em possessão.
  • Casemiro — Brasileiro que deixou o United; era meia defensivo do 3-4-3 anterior.
  • Kobbie Mainoo — Meia inglês de 21 anos; ganhou protagonismo com Carrick após período de menor uso.
  • Premier League — Primeira divisão do futebol inglês com 20 clubes; competição doméstica máxima.

Fica em aberto se a profundidade do elenco será suficiente para até 60 jogos e se o United conseguirá reforçar principalmente a lateral-esquerda em caso de lesões.

Fonte: The New York Times